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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os Smurffs

Esses seres azuis vão invadir a sua festa,
 conquistar seu filho e seus convidados

Por Lílian Almeida

Os Smurfs são pequenas criaturas azuis, semelhantes a duendes, que vivem em casinhas com forma de cogumelo, numa aldeia escondida no meio da floresta. Eles apareceram pela primeira vez em 1958, na história do cartunista Peyo Culliford, “A Flauta de 6 estrumpfes”, publicada na revista Spirou. Virou desenho animado e desembarcou na programação da Rede Globo nos anos 80, marcando a memória de gerações de crianças.
Os personagens fizeram tanto sucesso que inspiraram diversos produtos com a marca Smurfs. “Eles são azuis e brancos. Uma combinação incrível de cores. São simpáticos e vivem em comunidade. São personagens universais porque cada pessoa consegue se reconhecer neles. Tem o bravo, o inteligente, o preguiçoso, o bagunceiro...”, diz Véronique Culliford, filha de Peyo, que veio ao Brasil em junho, para preparar o retorno dos Smurfs a televisão brasileira.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Halloween

Conheça algumas ideias para realizar

a mais famosa festa infantil dos Estados Unidos

Por Lílian Almeida

O Halloween, sigla de “All Hallow Eve”, provou que veio para ficar! A cada ano, a tradicional festa dos celtas tem ganhado mais força no Brasil. Por aqui a comemoração da véspera do “Dia de Todos os Santos" foi batizada como o “Dia das Bruxas” e chegou ao país através da influência da cultura norte-americana, que até hoje cultiva fortemente a festa entre suas crianças.
 “A comemoração realizada no dia 31 de outubro, é praticamente uma festa de fantasias, repleta de guloseimas e brincadeiras de sustos que encantam a meninada”, alega Renata Berndt, diretora da escola Learning Fun/DF. Mas a diversão dá muito que falar. “Alguns pais associam a festa a bruxaria ou bichos horrorosos que vão apavorar seus filhos, porém a nossa pretensão é de apenas ampliar a visão de mundo, mostrar a parte lúdica dessa brincadeira e os aproximar mais da cultura estadunidense”, esclarece.
Para quem considera o “Dia das Bruxas” uma comemoração inofensiva e pretende realizar uma noite de diversão para os pequenos, saiba que é possível fazer isso com muita criatividade e sem causar medo algum.
Renata, que organizou ano passado o primeiro Halloween da Learning Fun de Brasília, ensina que o passo mais importante é a escolha de um local seguro, que garanta a qualidade da festa. Depois disso vem o convite. Escolha uma imagem alusiva ao “Dia das Bruxas” que desperte o entusiasmo na criançada, mas com cuidado para não ser assustadora demais, ao ponto delas nem aparecerem. No texto, deixe claro que todas devem ir caracterizadas, agora é só enviar.
A decoração é o segundo passo mais importante, é ela que dá o tom de Dia das Bruxas. Hoje existem bufês especializados que também montam a decoração, mas se preferir, organize com a ajuda da criançada, é diversão garantida!
Nos forros e balões, intercale as cores laranja e preto. Para deixar o ambiente no clima da comemoração, troque as lâmpadas por aquelas de baixa iluminação, pendure brinquedos e imagens relativas ao halloween, que podem ser encontradas em papelarias ou lojas de decoração de festas. Só não se esqueça das crianças menores. “Quando usamos monstrinhos, fantasmas ou qualquer outra imagem pendurada, temos que ter o cuidado de deixá-las sempre sorridentes e alegres, nunca assustadoras”, orienta Renata.
Depois de tudo organizado, garanta a satisfação das crianças com uma mesa farta de guloseimas e prepare algumas brincadeiras para entreter. “Aqui na escola preparamos um roteiro para a festa com um momento especial para o famoso ‘doces ou travessuras’, também teve um teatrinho, games em inglês e o desfile de fantasias. As crianças adoraram!”, informa Renata. 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Bruxas à solta

Por Lílian Almeida

O Halloween provou que veio para ficar!
A cada ano, a tradicional festa dos países de língua inglesa ganha mais força. Por aqui a comemoração foi batizada como o “Dia das Bruxas”, mas como são as escolas de inglês as maiores promotoras desse evento, o nome “Halloween” acabou sendo o mais utilizado. A sigla vem da frase “All Hallow Eve”, que em inglês quer dizer a véspera do “Dia de Todos os Santos”.
“As crianças adoram a comemoração. É praticamente uma festa de fantasias repleta de guloseimas e brincadeiras de sustos”, informa Renata Berndt, diretora da Learning Fun/DF. Mas a diversão da muito o que falar. “Alguns pais associam a festa a bruxaria ou bichos horrorosos que vão apavorar seus filhos, porém a nossa pretensão é de apenas ampliar a visão de mundo, mostrar a parte lúdica dessa brincadeira e os aproximar mais da cultura norte-americana”, esclarece.
Se você considera a festa de Halloween inofensiva e pretende realizar uma noite de fantasias e diversão para a criançada, saiba que é possível fazer isso com muita criatividade e sem causar horror:

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A história do Brigadeiro






Era uma vez um militar, que virou um político e depois doce. Essa é a história do brigadeiro. Um docinho de autoria desconhecida que foi batizado em 1945, durante a campanha do brigadeiro Eduardo Gomes, pelas eleições presidenciais.

O carismático militar tinha várias correligionárias em São Paulo e no Rio de Janeiro. Essas mulheres produziam e distribuíam a delícia nas festas partidárias, como sendo “o preferido do Brigadeiro” e dessa forma, contribuíam para a campanha e popularização do candidato.
Não deu certo para o Brigadeiro, que perdeu a eleição para o general Eurico Dutra, mas o docinho teve um final feliz: ganhou o nome da condecoração do candidato e tornou-se o preferido das crianças de todas as idades.

Versatilidade

Na época o brigadeiro era feito à base de leite, ovos, manteiga, açúcar e chocolate. Com a chegada de novos produtos ao país, esses itens perderam espaço para o tradicional leite condensado e chocolate derretido.
As inovações não pararam aí. Hoje existem receitas que incluem do prático microondas, até os mais inusitados ingredientes como menta, café, avelã, pistache, gengibre, cachaça, crispis entre outros. Além das surpresas no sabor, o quitute também ganhou roupagem, podendo ser apresentado em forminhas personalizadas, copinhos decorados e até na colher, para comer sem cerimônia.
 Juliana Motter, autora de “O Livro do Brigadeiro”, justifica esses detalhes dizendo que “o brigadeiro deve ter uma apresentação, que o permita circular com desenvoltura em qualquer ambiente”. Dessa forma a iguaria vem conquistando territórios e fazendo do que já era bom, uma maravilha gourmet!

Pâtisserie

O sucesso nas lojas de doce é inegável. No exterior, a textura macia e fininha que lembra as trufas francesas, lhe rendeu a fama de trufa brasileira. Aqui no Brasil, tornou-se referência para festas de gente grande, disputando a mesa do Buffet, com os mais finos doces.
Em Goiânia, as confeitarias investem pesado em instrumentos e na receita, como é o caso da Confeit’art. A confeitaria possui utensílios exclusivos para o brigadeiro, como fogão a gás, colher de plástico (exigência da vigilância sanitária) e panelas de alumínio.
“Não é qualquer um que sabe fazer o brigadeiro gourmet”, informa a proprietária Tânia Ribeiro. “O segredo está no ponto, na massa e na refrigeração. Além disso, faço questão da qualidade dos ingredientes, porque são eles que o tornam nobre. Uso chocolate belga, manteiga com 80% de lipídio e um granulado mais high tech”, acrescenta.

Degustação

É consenso que o tempo em que o brigadeiro estava fadado às festinhas de criança acabou. Mas comer brigadeiro é praticamente uma viagem à infância. Para os não tão pequenos assim, a autora Juliana deixa a seguinte dica: “Ainda que não seja muito doce, o brigadeiro é feito com leite condensado, então o ideal é que seja servido com bebidas também doces, desde que os sabores não se sobreponham”.
Para quem prefere que o brigadeiro tenha um final feliz na cozinha de sua casa, Tânia entrega a receita de um tradicional que não vai dar tempo de ser enrolado! Confira:     

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Brigadeiro



Da tradição a moda gourmet
Por Lílian Almeida

Brigadeiro é um docinho brasileiro que surgiu na década de 1940. A autoria é desconhecida, mas o nome foi dado em homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes, um militar carismático que financiava sua campanha à presidência da República com a venda do docinho. Não demorou muito e a guloseima acabou batizada com o nome da condecoração do candidato.

Com o passar dos anos novas versões foram surgindo e tanto o brigadeiro gourmet – menos doce e com ingredientes de alta qualidade – quanto o tradicional, tornaram-se os queridinhos das crianças (de todas as idades). Hoje ele compete com os mais finos doces, tanto no Brasil como no exterior, onde ele é conhecido por trufa brasileira, devido à semelhança de textura com as trufas francesas.

Feito na panela ou em micro-ondas, tradicional ou incrementado, o sucesso do brigadeiro está no chocolate. “Outros doces a base de coco, café entre outros ingredientes tem resistência de algumas pessoas, já o chocolate agrada todos os paladares e o melhor, lembra o doce da vovó”, informa Camila Ribeiro, designer de doces da Confeitart. 

 Para quem gosta de inovar, o mercado oferece a iguaria em diversas versões que ultrapassam a roupagem. É possível encontrar o brigadeiro diet, light e até o vegan, para pessoas que não comem alimentos de origem animal. “Em festas de adultos é muito usado o brigadeiro em colher, copinhos e taças. Festas mais tradicional prevalecem os de casquinha, bombons e temáticos. Nos ateliês também é possível encontrar crepe de brigadeiro, bolinho de chuva com calda de brigadeiro e várias outras receitas”, completa Camila.


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Autor Lilian Schineider | Contato lischineider@hotmail.com - almeida.lilian@hotmail.com | @LiSchineider